
Recursos do Quilimanjaro
Perguntas frequentes sobre a subida ao Quilimanjaro
Respostas curtas e diretas às perguntas que mais nos fazem, com ligações para os guias completos quando quiser mais detalhe.
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Os cinco guias que respondem à maior parte do que quem sobe pela primeira vez precisa de saber.
Escolher uma rota
Seis rotas, uma só montanha. Mais dias significam normalmente melhores hipóteses. A Lemosho de oito dias e a Machame de sete convêm à maioria de quem sobe pela primeira vez.
Escolher as datas
De finais de junho a outubro e de janeiro a meados de março são as duas janelas mais secas. A Rongai é a escolha para as chuvas.
Ganhar forma e treinar
Caminhar em subidas com mochila carregada, dias seguidos e botas bem amaciadas contam mais do que o ginásio.
Fazer a mala
Camadas, um casaco impermeável, um saco de dormir para quatro estações e botas que já tenha usado muitas horas.
Fazer o seguro certo
O seguro tem de cobrir trekking até 6000 m, evacuação e assistência médica.
Falar connosco
Basta contar-nos as datas, a experiência e os receios, e recomendamos uma rota com franqueza.
Perguntas respondidas
O que os viajantes nos perguntam
As nossas rotas vão de cinco a dez dias. Mais dias dão ao corpo mais tempo para se aclimatizar, e sete ou oito dias dão à maioria das pessoas melhores hipóteses de chegar ao cimo do que seis.
Depende do tempo, da experiência e do que se quer da caminhada. Para a maioria de quem sobe pela primeira vez sugerimos a Lemosho de oito dias ou a Machame de sete, porque ambas dão tempo ao corpo. A Marangu usa cabanas, a Rongai é a mais sossegada e a melhor nas chuvas, a Umbwe é a mais direta e a mais difícil, e o Circuito Norte é o mais longo e o mais sossegado.
Não. Nas rotas normais não há cordas nem crampões e não há técnicas de escalada para aprender. O Barranco Wall, na Machame, exige as mãos para o equilíbrio, mas é uma trepada, não uma escalada técnica.
Estar em forma para caminhar entre cinco e oito horas por dia, vários dias seguidos, com uma mochila de dia leve, e entre dez e catorze horas no dia de cume. Sugerimos um plano de treino de 12 semanas, com caminhadas ao fim de semana e dias seguidos.
As duas janelas mais secas: finais de junho a outubro, e janeiro a meados de março. São também as mais movimentadas. A rota Rongai é a escolha habitual nas chuvas.
Sim. As subidas ao Quilimanjaro são sempre acompanhadas. Nas nossas rotas com tendas, há um guia de montanha principal que fala inglês, com um guia assistente por cada três caminhantes.
Caminha-se com uma pequena mochila de dia enquanto os carregadores levam o resto. Cada pessoa tem um carregador, que leva um saco limitado a 15 kg, e um cozinheiro de montanha prepara refeições quentes em todos os acampamentos.
Nas nossas subidas, o oxigénio engarrafado de emergência segue com a equipa, fazem-se medições com oxímetro de pulso de manhã e ao fim do dia em cada acampamento, e os guias têm formação em primeiros socorros em ambientes isolados. A altitude afeta toda a gente, por isso a franqueza com o guia é a medida de segurança mais importante.
Dizê-lo logo ao guia. Os sintomas ligeiros costumam aliviar com descanso, líquidos e um ritmo mais lento, e o tratamento para sinais graves é descer de imediato. Não damos aconselhamento médico, por isso convém falar com o seu médico antes de viajar.
Na maioria das rotas, em tendas para quatro estações, com colchões de espuma fornecidos, mais uma tenda de refeições, uma tenda de cozinha e uma tenda com casa de banho privativa. A rota Marangu usa cabanas com dormitórios partilhados.
Taxas do parque, equipa de guias, carregadores, cozinheiro de montanha, tendas e colchões de espuma, oxigénio de emergência, controlos diários de saúde, transfers, certificado de cume e impostos tanzanianos. Voos, visto, seguro, equipamento pessoal e gratificações não estão incluídos.
As gratificações para a equipa de montanha são habituais e tratam-se à parte do preço. Partilhamos orientações antes da viagem.
Sim. Todos os que chegam ao topo recebem um certificado de cume.
Sim. Muitas pessoas juntam a montanha a um safari ou a alguns dias na costa. Convém avisar cedo para podermos pôr a montanha primeiro e o resto como recompensa.
O seguro pessoal de viagem e de saúde é obrigatório para a subida. Deve cobrir expressamente trekking até 6000 m, evacuação de emergência e assistência médica.
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Para onde ir a seguir
Dificuldade e taxa de sucesso
Quão difícil é realmente, e o que aumenta as probabilidades.
Ler maisLista de equipamento para o Quilimanjaro
O que levar, camada a camada, e o que deixar em casa.
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Preços por rota e tamanho do grupo, e o que está incluído.
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Janelas de subida, as chuvas e que rota convém a cada mês.
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O guia das rotas do Quilimanjaro
Todas as rotas lado a lado: distâncias, portões, acampamentos, altitudes e melhores meses, em unidades métricas e imperiais.
- Todas as rotas lado a lado: dias, distância, portões de entrada e de saída e locais de pernoita
- Uma tabela dia a dia de cada rota, com altitude e distância, em unidades métricas e imperiais
- Os melhores meses para a ascensão, apresentados numa faixa mensal para cada rota
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O guia para planear um safari na Tanzânia
Onde ir, quando e para que serve melhor cada parque: uma introdução clara antes de escolher o safari.
- Os melhores meses de cada parque, um a um, numa só página
- Um perfil de cada destino: a paisagem, a vida selvagem esperada e a dimensão do parque
- As formas de viajar, do clássico game drive (passeio de observação em viatura) ao safari a pé, à praia e às viagens combinadas

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